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Por
entre as muitos restaurantes de Santa Rita de Jacutinga,
equipados com fogão a lenha, ecoam várias histórias,
que vão desde o ciclo do café até o comércio ilegal de
escravos, passando pela pecuária e o turismo de aventura
ou ecológico. Com altitude máxima de 1.698 metros, na
foz do Ribeirão Santa Clara, o município foi criado em
1943 em território desmembrado do de Rio Preto, também
nome do rio que separa as duas cidades limítrofes dos
Estados de Minas é do Rio de Janeiro.
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município reúne o distrito-sede e o de Itaboca, além de
várias comunidades rurais. A ocupação do local começou
par volta de 1800 pela ação do fazendeiro Francisco
Rodrigues Gomes, procedente de Santa Rita de Ibitipoca.
Devoto de Santa Rita de Cássia, ele trouxe uma imagem
dela na bagagem, que serviu para batizar a localidade,
junta com o nome de uma ave de porte médio que existia na
região. A religiosidade ainda continua sendo uma marca do
município, já que cada bairro tem uma igreja.
Antes
da chegada de Gomes, o povoado pertencia às antigas Áreas
Proibidas do Sertão da Mantiqueira, habitadas então por
tribos Tupinambás. A vinda do homem branco, a partir de
1800, foi um dos motivos para o desaparecimento dos índios.
Atualmente, não há vestígios da presença deles na
cidade, a não ser em Taboca e Pirapetinga. |